Roberto Rachewsky



O novo mundo pode ser aqui


Paulo Guedes está propondo uma transformação ética inédita na política brasileira com a Nova Previdência.

A proposta é muito simples:

– A partir de agora, todo mundo tira a mão do bolso alheio e começa a viver do seu próprio dinheiro.

Isso é transformador!

A cleptocracia involuntária a que os cidadãos estão submetidos, criada pela socialdemocracia antiética e ignorante sobre o funcionamento da economia, simplesmente acaba.

O sistema de divisão coercitiva da renda individual para transformá-la num fundo coletivo para o pagamento de pensões e aposentadorias será banido.

Isso é fantástico!

O jovem começa a trabalhar, alimenta, com parte da recompensa que recebe pela criação de valor, uma poupança que lhe acompanhará pela vida inteira, que será acrescida de rendimentos financeiros advindos da aplicação desses recursos para criar ainda mais riqueza.

Ninguém irá definir quando cada um se aposentará, a escolha será prerrogativa do poupador que, pela liberdade para contribuir suficientemente para o seu próprio fundo, poderá decidir quando irá parar de trabalhar.

Isso mesmo, a Nova Previdência cria um círculo virtuoso de acumulação de capital que permite investimentos no presente e rendimentos correntes no futuro, tanto para o poupador e como para aqueles que estão construindo infraestrutura, bens e serviços que gerarão empregos, lucros e dividendos.

Um trilhão de reais é o buraco que precisa ser coberto para que saiamos do sistema atual, perverso, imoral e deletério, para migrar em direção à liberdade individual e à propriedade privada.

Sair do atual sistema de repartição para o de capitalização individual, programada e gerida pela iniciativa privada será, para os brasileiros que ingressarão nesse sistema, uma experiência semelhante àquela que os imigrantes europeus vivenciaram quando chegavam ao porto de Nova Iorque, sob o olhar da estátua da Liberdade, durante o século XIX, fugindo da opressão de seus governos.

Eu acredito no poder transformador dessa proposta do Paulo Guedes. Entendo até que ela é mais que necessária, ela é indispensável se quisermos sair do terceiro mundo em direção ao primeiro.

A Nova Previdência é necessária, é indispensável, mas também é insuficiente para nos colocar definitivamente no primeiro mundo, isso porque a ética que ela incorpora deve ser aplicada também à educação, à saúde, à ciência, à cultura e à infraestrutura, hoje dominadas pelo governo.

Separar o governo dessas atividades, além de afastar o governo da atividade econômica de um modo geral, é a fórmula mágica para transformar o Brasil noutro país, um país mais livre e mais próspero.

É por esse Brasil do Paulo Guedes, que eu vou para às ruas.

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Publicado originalmente em Instituto Liberal.

Revisado por Matheus Pacini

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