Roberto Rachewsky



Alimentação e educação não devem ser determinadas pelo governo


Fico imaginando os clientes do McDonald’s com cartazes na frente da loja reclamando que seus filhos estão sendo alimentados com fast-food, refrigerantes e sobremesas açucaradas.

Alguns talvez preferissem apenas que seus filhos comessem no Burger King, no Pizza Hut ou no Subway.

Outros, talvez, que seus filhos se nutrissem com comida vegetariana, mediterrânea ou de outra espécie.

Ora, há comida para todos os gostos, umas alimentam de forma sadia, outras preparam o corpo para obesidade, problemas cardíacos e morte por arteriosclerose.

O governo não determina o que podem ou não comer, as igrejas não se imiscuem na dieta das crianças e nem deveriam.

Os pais dão alguns trocados e recomendam a seus filhos: “alimentem-se bem queridos, não ingiram porcaria”.

Corpo e mente são coisas distintas, porém inseparáveis. Os princípios que fazem com que um indivíduo desenvolva uma mente sã em um corpo saudável são objetivos. Existe ciência por trás disso.

Por que a sociedade consegue vê valor no livre mercado para alimentar o corpo, enquanto mistifica que alimentar a mente seja algo sagrado a ser fornecido e regulado pelo governo, ou pela igreja.

Pagam caro por um hambúrguer, mas querem que a tabuada seja servida de graça por gente incompetente que trabalha para o sindicato, em vez de trabalhar para o cliente.

Depois não sabem porque existe doutrinação nas escolas: entregam de bandeja as mentes esfomeadas das crianças para serem alimentadas com ideias que destroem o aparelho cognitivo que deveria digerir informação para transformá-la em conhecimento produtivo.

Educação é um serviço como outro qualquer, sujeito à oferta e demanda.

Educação não é um direito no sentido de que a sociedade deve prover ao indivíduo. O direito à educação significa que qualquer um que puder pagar para adquirir conhecimento não pode ser impedido.

Educação é como um hambúrguer: quem quiser matar a fome, entra no estabelecimento de sua preferência e paga de acordo com o preço estipulado.

Escolas públicas estatais devem ser privatizadas imediatamente. Escolas privadas devem educar de forma livre e independente, sem MEC, sem SEC ou outros órgãos do governo que só querem controlar mentes.

Cada escola que ofereça o que achar mais conveniente. Quer ensinar segundo Piaget, Paulo Freire ou Montessori, que escolha o seu ideólogo, desenvolva o seu cardápio e boa sorte!

Se os pais não gostarem do que a escola estiver oferecendo, que troquem para outra mais longe ou mais próxima.

Escolas boas prosperarão, escolas ruins fecharão. É a lei do mercado honrando o mérito inclusive na educação.

Certamente haverá alguém que perguntará:

- “E os pobres? O que fazer com os pobres?” Eu respondo, “obviamente não se deve fazer o que estão fazendo, que é castrar o potencial de crianças e adolescentes colocando-os em fábricas de moldar mentes para servirem a sociedade e a elite dominante, em vez de ensiná-los a serem livres, produtivos e independentes.

Se isso não bastasse, ainda substituíram a caridade e a benevolência, expressada por aqueles que querem oferecer bolsas ou até escolas inteiras, de forma voluntária e espontânea, pelo roubo oficial praticado pelo governo, que extorque muito e entrega pouco ou nada num processo contraproducente.

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Revisado por Matheus Pacini.

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