Objetivismo Brasil - A Filosofia de Ayn Rand em Português.

Tag: FILOSOFIA

Ayn Rand e a morte de Marilyn Monroe

Ódio aos bilionários. Ofensas ao melhor aluno da turma. Brincadeiras com o colega de trabalho que conquistou uma promoção. O que essas coisas têm em comum? Possivelmente, todas são motivadas pela inveja. No entanto, Ayn Rand identificou na cultura um fenômeno mais profundo e repugnante (do qual a inveja é só parte), chamando-o de ódio ao bom por ser bom.

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Afinal, o que é felicidade? Algumas reflexões.

Desconheço quem não deseje ser feliz. A busca pela felicidade é uma constante na vida das pessoas. No entanto, ela sempre parece estar “na parada seguinte”, “na próxima estação”, “no final do arco-íris”. É uma busca incessante e, muitas vezes, frustrante. As pessoas almejam ser felizes. É uma obstinação legítima, genuína e plenamente realizável. O problema é que elas tendem

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Ayn Rand sobre as bases morais do Muro de Berlim

Quando o Muro de Berlin foi construído em agosto de 1961 para impedir a fuga de refugiados da Alemanha Oriental para a Alemanha Ocidental, Ayn Rand estava bem posicionada para revelar seu verdadeiro significado para o mundo. Nascida na Rússia, Rand tinha 12 anos quando ouviu pela primeira vez o slogan comunista de que o homem deve viver pelo Estado

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Como avaliar as suas próprias crenças: leve as ideias a sério

A filosofia influencia todas as pessoas, estejam elas cientes disso ou não. Ayn Rand tocou nesse ponto em uma palestra chamada “Filosofia: quem precisa dela.” Para ilustrá-lo, ela rastreou as raízes filosóficas de ditados populares como “pode ser verdade para você, mas não para mim” e “pode ser bom em teoria, mas não funciona na prática.” Mas Rand não queria

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A premissa do universo benevolente

É possível dividir a humanidade entre os que acreditam que o universo é malevolente, que a vida é trágica, caótica, indecifrável, e que os seres humanos foram agraciados com ela para sofrer; e os que acreditam que o universo é benevolente, regido por leis cognoscíveis que permitem aos seres humanos construir uma vida bela, cheia de realizações e momentos felizes.

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Por que precisamos julgar?

O ato de julgar é realmente negativo e condenável? Devemos evitar fazer julgamentos morais? A resposta automática a esses questionamentos costuma ser afirmativa: julgar parece, sim, algo condenável. Crescemos ouvindo que é reprovável julgar os outros, que não devemos julgar para não sermos julgados, que não estamos na “pele” do outro para entender seus motivos, e que ninguém é perfeito.

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Introspecção, fé e lógica pura: uma breve história do Racionalismo

“Os filósofos estão divididos em dois campos: os que afirmam que o homem obtém seu conhecimento deduzindo exclusivamente de conceitos presentes em sua mente, mas que não derivam da percepção de fatos físicos (racionalistas) – e os que afirmam que o homem obtém seu conhecimento exclusivamente da experiência, o que, nesse caso significa: pela percepção direta de fatos imediatos, sem

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Utilitarismo: a ditadura da turba

Uma ideia comum, tanto em tratados acadêmicos como em decisões informais entre amigos, é a de que a coisa certa a fazer é aquela que faz o maior bem ao maior número. À primeira vista, pode parecer uma ideia razoável ou, no mínimo, bem-intencionada. No entanto, uma análise mais apurada revela uma gama de problemas: o que exatamente é o

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Como percebo a realidade?

A filosofia objetivista convive com a afirmação categórica de Ayn Rand de que o homem tem a alternativa de pensar ou não pensar. Para o Objetivismo, existem três axiomas básicos – existência, consciência e identidade – que são autoevidentes a nível perceptual, independendo de prova, portanto. A existência existe. Uma afirmação simples, porém fundamental para alicerçar todo o resto. Para

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Respostas aos críticos de Ayn Rand

A crença de Ayn Rand de que o homem “deve proteger-se do humanitarismo” e “nunca viver pelo outro, nem pedir que o outro viva por ele” é problemática para muitas pessoas. Sua filosofia, o Objetivismo, celebra o individualismo e o egoísmo, contendo implicações sociais, filosóficas e econômicas difíceis de aceitar e reconciliar com o sistema judaico-cristão de valores. Como resultado,

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