IMAGINAÇÃO

A imaginação do homem não é nada mais que a sua capacidade de rearranjar as coisas que ele observa na realidade.[1]

 

A imaginação não é uma faculdade para fugir da realidade, mas uma faculdade para rearranjar os elementos da realidade com vistas à realização de valores humanos; ela exige e pressupõe algum conhecimento dos elementos que você deseja rearranjar. Imaginação divorciada de conhecimento produz uma única consequência: pesadelos. Substituir a cognição por imaginação é uma das formas mais certas de neurose.[2]

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Revisão de Matheus Pacini

Publicado originalmente em Ayn Rand Lexicon.

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[1] RAND, Ayn. The Objectivist.

[2] RAND, Ayn. Philosophy: Who Needs It. New York: Penguin Books, 1984. p. 25