PACIFISMO

A consequência necessária do direito do homem à vida é seu direito à autodefesa. Em uma sociedade civilizada, a força pode ser utilizada somente contra aqueles que iniciam o seu uso. Todas as razões que tomam a iniciação da força física um mal, tornam o uso retaliativo da força física um imperativo moral.

Se alguma sociedade “pacifista” renunciasse ao uso retaliativo da força, seria deixada desamparadamente à mercê do primeiro vigarista que decidisse ser imoral. Esta sociedade alcançaria o oposto de sua intenção: ao invés de abolir o mal, encorajá-lo-ia e recompensá-lo-ia.[1]

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Revisão de Matheus Pacini

Publicado originalmente em Ayn Rand Lexicon

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[1] RAND, Ayn. A Virtude do Egoísmo. Trad. de On Line-Assessoria em Idiomas. Porto Alegre: Ed. Ortiz/IEE, 1991. p. 136-137